sábado, 9 de setembro de 2017

O MELHOR INVESTIMENTO QUE UM PAI PODE FAZER (ROB PARSONS)


Quem tem filhos pequenos, preste muita atenção ao que vou dizer sobre os adolescentes, para evitar certos problemas. Enquanto eles são pequenos, abrem totalmente o coração para nós. Já o adolescente fala por resmungos. Na infância, eles adoram andar na rua de mãos dadas com o pai. Na adolescência, nem querem que o vejam em sua companhia. Hoje, eles vão dormir por volta de 10:00 horas. Quando forem adolescentes, você poderá ter de ficar acordado até de madrugada, preocupado com eles. No presente, você acha o quarto deles muito bagunçado. Na adolescência, talvez precise tomar uma antitetânica antes de entrar.
Se, por um lado, tudo isso é verdade, por outro é muito provável que, se lhe dispensarmos atenção quando estão com 5, 6 e 7 anos, eles nos escutarão quando tiverem 15, 16 ou até 17.  Lloyd, meu filho, tinha o hábito de entrar comigo no banheiro todos os dias pela manhã, quando eu ia me barbear.
“Pai, me conta uma história enquanto o senhor faz a barba”, dizia.
Criamos um personagem imaginário, de nome “Tommy”, protagonista de grandes aventuras. A de que ele mais gostava era uma em que um garoto brigão ia bater em “Tommy” sem saber que na verdade estava diante era de seu irmão gêmeo, por acaso faixa preta de caratê.
Todas as manhãs, ele me pedia para eu lhe contar uma história. Certo dia, porém, não apareceu mais. Nem mesmo se deu ao trabalho de dizer:
“A propósito, pai, hoje é a última vez que quero ouvir história.” 
Essa fase se encerrou num dia frio de inverno, às 7:00h da manhã.  Era apenas uns instantes que passávamos juntos, e eu lhe contava uma história. Contudo o princípio se aplica a todas as situações da infância. Nesse período, os filhos querem estar conosco. Querem saber o que pensamos. Perguntam coisas que são do interesse deles e escutam o que temos a ensinar-lhes e é importante para nós. Quem melhor ilustrou o fato de que nossas oportunidades de conviver com os filhos na infância são breves demais foi Harry Chapin, que compôs uma música intitulada Cat’s in the cradle(O gatinho está no berço). Nela, ele fala de um garoto que todos os dias pedia ao pai que passasse alguns momentos com ele.
“– Quando é que você volta, papai?
– Não sei, mas a gente vai se ver. E aí vamos nos divertir a valer.”
Mas esse pai é muito ocupado: “Tenho contas a pagar, aviões para pegar.”
E mais adiante, o menino cresce, completa 10 anos, e sempre dizendo:
“– Obrigado pela bola, pai. Vamos lá fora jogar?” 
E o pai continua só prometendo que muito breve eles vão sair juntos. Afinal acontece o inevitável: o garoto se torna adulto. Agora o pai tem bastante tempo para estar na companhia dele, mas a oportunidade passou.
“Outro dia ele chegou da faculdade,
Está mesmo um homem feito, e tive de dizer:
– Filho, estou muito satisfeito com você. Sente-se um pouco aqui.
Ele abanou a cabeça e respondeu sorrindo:
Eu  queria mesmo, pai, é pegar o carro emprestado.
Será que pode ser? Eu o vejo mais tarde!
Quando é que você volta, filho?
Não sei, mas a gente vai se ver. E aí vamos nos divertir a valer.”
São poucos os que podem pensar nessas questões sem sentimento de culpa. E com certeza, os momentos que passamos em companhia dos filhos quando eles estão pequenos são da maior importância. O melhor de tudo, porém, é que em qualquer idade, seja 3 ou 33, sempre podemos exercer uma forte influência em sua vida. Muitos homens começam a ter um bom relacionamento com o pai depois que saem de casa. E seja qual for a fase em que nos encontremos, os elementos de que precisamos para essa convivência continuam os mesmos: tempo e a disposição de aproveitar o momento presente.
Vamos, então, pensar nesses dezoito anos iniciais da vida de nossos filhos, imaginando que a ampulheta, em vez de areia, contém dias. Nesse caso, quando eles nasceram, ela estava com 6.570 dias. Se nosso filho já completou dez anos, já se passaram 3.650 dias. Restam apenas 2.920. Lembremo-nos de que nunca poderemos aumentar esse número, mesmo que tenhamos muito dinheiro, poder ou prestígio.
Rob Parsons é diretor de CARE for the Family e conferencista mundialmente conhecido na área de relacionamento e vida familiar.
Esse artigo foi extraído de seu livro  O Pai 60 Minutos, publicado pela Editora Betânia.

domingo, 25 de junho de 2017

MEIO DO CAMINHO


Chegamos à metade do ano. Valeu a pena? Tudo o que você fez foi suficiente para cumprir os planos do início do ano? Ou já esqueceu do que prometeu a si próprio e aos outros? Você se ajudou? Ajudou sua família, seus amigos? Tornou seu ambiente de trabalho melhor? Organizou suas finanças? Fez a viagem que queria ou concluiu o curso que faltava? Começou a dieta que tanto dizia que faria? Ajudou o próximo não tão próximo? Buscou mais à espiritualidade? Marcou a vida de alguém de forma preciosa? Se não, ainda está em tempo! Não deixe mais um ano findar sem que, em sua vida, hajam decisões e atitudes consistentes! Todos os dias somos desafiados a recomeçar e, para isso, tem-se que ter iniciativa, mente renovada, motivação. Não jogue mais seis meses no vazio! Não fique no meio do caminho. Pelo menos tente... ou tenta outra vez!


Cesário Pinto


Itapajé – CE, 10 de Junho de 2017.   

   

quinta-feira, 15 de junho de 2017

ANJOS HUMANOS


Anos atrás fui a uma prova de concurso público em Sobral, onde tive que pernoitar. Só não fiz algo básico: a reserva em pousada ou hotel. Confiava que, numa cidade do porte da Princesa do Norte, haveriam vagas suficientes quando lá chegasse. Mas não haviam. Cheguei no sábado pela tarde e a prova era domingo de manhã. Todos dormitórios reservados. A cidade lotada de candidatos, vindos de todos cantos, inclusive de fora do Estado; gente chorando, gente que não encontrava mais vaga em lugar nenhum. Era o estresse véspera de prova.

Lembro-me que, logo na primeira pousada que fui - a única que eu tinha o contato - um senhor ali hospedado de pronto resolveu me ajudar. Sua profissão: mágico de festa infantil. Estava de passagem por Sobral. Mas era um mágico que falava o tempo todo sobre Jesus Cristo, um evangelista. Era já fim de tarde e seguimos a pé, pelo centro da cidade, procurando vaga. Não encontramos. Foi muita inexperiência minha.

Naquele dia fiquei apreensivo, mas ainda assim havia paz em mim, até estranhei, depois do episódio. Senti uma segurança interior tão forte e rara que, quando caminhávamos na rua, tive até vontade de rir da situação, andando e pensando: “vou ficar quieto e ver o que Deus vai fazer”. Voltamos então e aquele mágico conseguiu, conversando muito com o proprietário, abrir uma exceção e me alocar na sua pousada. No fim daquele dia abri as Escrituras e caiu nessa passagem: “pois Tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia” (Salmo 59:16).

Deus sempre coloca anjos em nossos caminhos; nós é que nem sempre percebemos. Em sua maioria são seres espirituais, mas há também aqueles de carne e osso, anjos humanos, humanos anjos, caminhando contigo na rua, em casa, no trabalho, oferecendo ajuda, despretensiosamente, a quem precisa. É fascinante quando encontramos àqueles a quem Deus usa para o nosso cuidado, mas igualmente é compensador quando nós também nos dispomos a sermos anjos nas mãos do Senhor, em favor de quem carece de auxílio, no momento da precisão.


Cesário Pinto


Itapajé – CE, 07 de Junho de 2017.

sábado, 1 de abril de 2017

RIOS DE ÁGUA VIVA


E disse Jesus:  
"Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva." 
(Evangelho de João 7:38)

Diante de um grande número de pessoas, em um momento de festa, Jesus usou a figura da água para falar sobre a divina pessoa do Espírito Santo. Dizia isso porque, quando cremos em Jesus, recebemos o seu Espírito, não apenas como a garantia da nossa salvação eterna (Efésios 1:13-14), mas também como sendo aquele companheiro que irá nos guiar durante a jornada terrena (João 14: 16-17). 

Somos rios espirituais, muitas vezes apenas pequenos fios de água, perenes, contínuos, porém com pouca força. Assim o é, em vários momentos da vida, o nosso amor a Deus. Precisamos, no entanto, vez por outra, sermos sacudidos pela intensa chuva que o divino quer derramar sobre nós, tempestade que agigante o volume desse rio de graça, fazendo-nos transbordar do amor e graça do nosso Deus.

Precisamos que nosso coração não se deixe secar espiritualmente. Que seja como um rio perene, constante, mesmo que muitas vezes diminuto; contudo, quando visitado pelas grandes chuvas do amor de Cristo, que esse rio interior deixe expandir suas margens, tornando-se um rio caudaloso, poderoso, que transborde em graça, poder, misericórdia, dons e frutos espirituais.

Que Deus nos faça transbordar do Seu Espírito!

Cesário C. N. Pinto

Itapajé – CE, 01 de Abril de 2017.
  

domingo, 26 de março de 2017

A BÍBLIA E O CHEQUE


Um rapaz ia muito mal na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: 

- Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular de Medicina, lhe darei um carro de presente. 

domingo, 19 de março de 2017

BUSCANDO A META


Você já percebeu que somos diariamente pressionados a apresentarmos resultados? Na vida cotidiana - seja através da sociedade, da família, do trabalho - as pessoas esperam respostas de nós. E Deus? Seria Ele como aquele patrão inquieto que busca por mais produção, pressionando por mais e mais metas a serem cumpridas?

sábado, 24 de dezembro de 2016

ADESTE FIDELES (VINDE FIEIS) - ANDREA BOCELLI


Adeste Fideles (Vinde Fieis), canção tradicional de natal, interpretada na voz do tenor Andrea Bocelli:



FELIZ NATAL! 
MERRY CHRISTMAS! 
FELIZ NAVIDAD!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

STILLE NACHT (NOITE FELIZ) - HELENE FISCHER


A cantora alemã Helene Fischer encanta mais uma vez interpretando o clássico de Natal "Stille Nacht", em inglês Silent Night e em português conhecida como Noite Silenciosa ou Noite Feliz:


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

YERUSHALAYIM SHEL ZAHAV - ROBERTO CARLOS EM JERUSALÉM



Roberto Carlos interpretando um clássico da música judaica, Yerushalayim Shel Zahav (Jerusalém de Ouro), ao vivo, em Jerusalém, Israel.